Cinco erros da entrega digital

Com a crescente tendência do uso da tecnologia no meio empresarial, é comum que as empresas busquem formas para melhorar e aumentar suas capacidades digitais. Aumentando a rapidez e a eficiência, ao mesmo tempo em que buscam reduzir seus riscos.

Essencialmente, o objetivo é a Entrega Contínua – em que a diferença entre o reconhecimento de uma oportunidade de mercado e a produção do código necessário para responder a ela é quase inexistente.

Embora o caminho natural seja aprender as práticas recomendadas daqueles que estão mais próximos desse ideal, também podemos aprender com os erros mais comuns daqueles que ainda não atingiram seus objetivos de Entrega Contínua.

Aqui estão cinco erros mais comuns que causam obstáculos para a entrega digital das organizações.

1 – Não levar a cultura a sério

A cultura do local de trabalho é algo concreto na realidade, e que causa um profundo impacto na forma como as equipes técnicas trabalham para atingir seus objetivos. Não se concentre em processos e ferramentas que excluem a cultura. Perceba como a liderança afeta sua cultura e faça dela sua prioridade.

2 – Uso de métricas incorretas

É comum manter as mesmas métricas de desempenho que funcionavam no passado, como as taxas de erros e tempos de resposta.

Métricas antigas podem inibir comportamentos necessários para o futuro. Por exemplo, aceitar que mais erros aconteçam no curto prazo para poder incentivar o aprendizado necessário no longo prazo. Permita que algumas etapas da pipeline demorem um pouco mais para melhorar a qualidade da entrega.

3 – Multiplicação de silos

Só por que testes são realizados com mais frequência no processo de desenvolvimento de software, isso não quer dizer que os silos do processo tenham sido eliminados. É possível que tenham sido criados quantias enormes de minissilos. É preciso garantir a integração perfeita com a própria codificação, utilizando controles adequados de automação e processo, para que o controle de qualidade seja realmente sem silos.

4 – Deixar a segurança em segundo plano

Optar por deixar a segurança aos profissionais de segurança da informação é uma escolha contraproducente. É preciso testar continuamente a segurança do código, da mesma forma como são realizados testes contínuos para outros tipos de falhas funcionais.

5 – Não adotar automação suficiente

A antiga lógica de adotar a automação pensando na redução de gastos em relação ao trabalho manual deixou de ser válida. Quando uma organização inteira depende da transformação imediata de ideias em código de trabalho, é fundamental a automação em todo o processo do ciclo de vida de desenvolvimento do seu software – gerenciamento de requisitos, codificação, teste, promoção entre outros.

Não é fácil se adaptar às novas maneiras e abandonar velhos hábitos, ainda mais quando são institucionalizados. Por isso a importância da liderança é tão grande, comece a mudar comportamentos que prejudicam a sua organização hoje!

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